Das faces encobertas que instigam a curiosidade. Aos olhos que revelam uma sutil natureza. Dos discretos movimentos que escondem a destreza. Para os degraus que insistem na conquista. Da porta que se fecha para os inconvenientes. À respiração que entrega-te o desejo. Do frio da noite que nos aproxima ao tato. À fagulha que incendeia e aquece o coração até então abandonado. E ao toque que lhe conduz inconscientemente ao beijo. À certeza que ali... naquele abraço... é sua morada. Geovane Westrup 21 de agosto de 2019.